Fio de sustentação funciona? Entenda por que o resultado varia
Fio de sustentação funciona? Entenda por que o resultado varia

Os fios de sustentação são muito procurados por quem deseja tratar a flacidez do rosto ou do pescoço sem passar por uma cirurgia. Ainda assim, algumas pessoas sentem que o procedimento não entregou o resultado esperado.
Isso não significa necessariamente que o fio não funcione. O resultado depende de fatores como o grau de flacidez, a qualidade da pele, o tipo de fio escolhido e a forma como ele é aplicado. Por isso, o mesmo tratamento pode ter respostas diferentes em cada pessoa.
Como o fio de sustentação age?
Alguns fios absorvíveis possuem pequenas estruturas capazes de promover tração e reposicionar suavemente os tecidos. Além desse efeito mecânico, determinados materiais podem estimular a produção de colágeno enquanto são absorvidos pelo organismo.
A American Society of Plastic Surgeons descreve o fio de sustentação como um procedimento minimamente invasivo que pode contribuir para o tratamento dos primeiros sinais de flacidez no rosto e no pescoço.
Por que o resultado pode ficar abaixo da expectativa?
Uma das principais razões é a indicação inadequada. Pessoas com pele fina ou espessa, maior ou menor elasticidade e diferentes graus de flacidez não devem receber exatamente o mesmo tratamento.
Nem todos os fios são iguais
Existem fios lisos, com espículas, torcidos (em espiral) e opções desenvolvidas para diferentes áreas do rosto e do pescoço. Alguns são escolhidos principalmente pelo estímulo de colágeno, enquanto outros oferecem maior capacidade de tração.
Os materiais também variam. Há fios de PDO (polidioxanona) e opções que combinam substâncias como ácido polilático e policaprolactona. Essa variedade não significa que um material seja automaticamente melhor do que outro. A escolha precisa considerar a região tratada, a espessura da pele, o grau de flacidez e o objetivo do paciente.
Quando outros tratamentos podem ser associados?
Nem sempre a flacidez é a única mudança presente. Em alguns rostos, também existe perda de volume e de sustentação em planos mais profundas ou uma redução importante na qualidade e na elasticidade da pele.
Nessas situações, podem ser considerados recursos como ácido hialurônico, bioestimuladores de colágeno, ultrassom microfocado ou radiofrequência. A associação não tem o objetivo de somar procedimentos, e sim de tratar fatores diferentes que participam do envelhecimento facial.
Na T Concept Dermatologia
O tratamento da flacidez precisa considerar a qualidade da pele, o grau de sustentação dos tecidos e as mudanças que acontecem com o envelhecimento.
Uma avaliação criteriosa permite entender se o fio é uma boa opção ou se outro tratamento, isolado ou associado, pode fazer mais sentido naquele momento.
Se a flacidez incomoda você, o ideal é entender o que está acontecendo com o seu rosto antes de definir o tratamento.
Agende uma consulta com a Dra. Tatiana Tayti.


